26/05/2010
06/05/2010
26/04/2010
15/04/2010
O Direito de Subir ( ao vivo )
09/04/2010
22/03/2010
HQ com TRILHA SONORA ao vivo!!!
SÁBADO, dia 27 de março, as 19 horas
entrada franca
Teatro do Centro de Cultura Judaica
Rua Oscar Freire, nº 2500 ( exatamente ao lado do Metrô Sumaré )
entrada franca
Teatro do Centro de Cultura Judaica
Rua Oscar Freire, nº 2500 ( exatamente ao lado do Metrô Sumaré )
BATE-PAPO com Arrigo Barnabé
Com Bruno Serroni, Pipo Pegoraro, Silvia Paula Mokreys e Tiago Judas
Com Bruno Serroni, Pipo Pegoraro, Silvia Paula Mokreys e Tiago Judas
15/03/2010
SOM para H.Q. dia 27 de março 2010
11/03/2010
PRÓXIMA ATRAÇÃO: H.Q. e MÚSICA!!!
dia 27 DE MARÇO no Centro de Cultura Judaica
a H.Q. "O DIREITO DE SUBIR" será apresenatada com
uma TRILHA SONORA ao VIVO!!!
Teclados, Bateria, Violoncelo, Baixo, Samplers, Voz e uma
incrível aventura de ASTRONAUTA!!!
03/02/2010
BALÃO nosso de cada dia
1- Luana Geiger vivendo um espontâneo momento BALÃO
2- "Fale Por Si" objeto de Tiago Judas / foto: Gabriela Nakamura
3- Teste para "O Balão" um vídeo de Lia Chaia e Tiago Judas
11/01/2010
07/12/2009
25/10/2009
Coleção VERÃO 2009
09/10/2009
ILUSTRAÇÃO para CCSP

Fiz as ilustrações para um libreto, que explica para as crianças,
como usufruir do Centro Cultural São Paulo.

Ele passa a ser distribuído gratuitamente a partir do dia 11 de outubro,
juntamente com a comemoração do dia das crianças

Com shows de Barbatuques e Pequeno Cidadão, entre muitas
outras atividades o evento "Este mundo é meu" esta em sua 8º edição

fotos: Carlos Rennó ( fotografo do CCSP )
Vai lá, pegue um libreto e explore o CCSP!!!
16/09/2009
VISITANTES ILUMINADOS

Alguns dos visitantes da exposição, que com suas presenças,
trouxeram luz a CADEIRA IDEAL. Sou grato.
Aproveito para informar que a exposição ainda se encontra
a disposição de novos visitantes.
Local: Centro Cultural São Paulo ( estação Vergueiro do Metrô )
Horários: Terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
26/08/2009
II Mostra do Programa de Exposições

foto a partir do trabalho CADEIRA IDEAL de Tiago Judas que participa da
II Mostra do Programa de Exposições no CCSP com sua individual DIREITO DE SUBIR
abertura: sábado, 29/8, às 15h
Exposições individuais dos artistas Bruno Faria, Ilan Waisberg, Júnior Suci, Marina Freire Weffort, Maurício Topal de Moraes, Roberto Bellini e Tiago Judas. Dentre os trabalhos em exibição, desenhos, esculturas, vídeos e instalações.
Terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h - Piso Caio Graco
http://www.centrocultural.sp.gov.br/programacao_exposicoes.as12/07/2009
INFINITO-D na GRAU ZERO

Trecho da pintura/HQ chamada INFINITO-D em que o personagem principal,
um marceneiro, sai em busca da cadeira perfeita e de seu lugar no mundo.
GRAU ZERO
"Nessa espécie de buraco negro das representações, onde o público tem dificuldade para discernir o original da cópia, o verdadeiro do falso, a reencenação da repetição, o natural do posado, oito artistas brasileiros e quatro estrangeiros desenvolvem trabalhos que discutem essas questões dando novos significados a esses ícones da indústria do consumo."
Paço das Artes
Abertura: 13 de julho, às 19h
Visitação:14 de Julho a 13 de setembro
curadoria de Priscila Arantes e Fernando Oliva
VENHA VER O ZÉ VIRAR ZERO!!!
11/07/2009
29/06/2009
14/06/2009
COR CAPTURA
A cor captura o objeto. A cor é maior que a forma.
A cor é retrato do infinito. Ela só aceita a forma para caber na nossa compreensão. A cor captura a forma no intuito de recordarmos que o que enxergamos não é tudo. A cor captura com amor. Suavemente o céu é todo cor e o mar reafirma isso. A paisagem é do tamanho da coragem de quem escolheu olhar.
A beleza é infinita. A cor é infinita. O infinito no homem está na criação que permite sintetizar a cor dentro da forma.
04/06/2009
24/05/2009
lançamento POROROCA nº3
18/05/2009
12/05/2009
DIREITO DE SUBIR
06/04/2009
REALIDADE,FICÇÃO e CAPUCCINO

Clique na imagem e veja a incrível aventura que levou
meu personagem desta para uma melhor
( depois aperte a "seta" - go back one page - do seu navegador e retorne )
06/03/2009
Parede de Presidente Prudente
há muito tempo, em um dia de muito calor no interior de São Paulo,
eu prestes a me refrescar com o auxílio do meu próprio desenho.
19/02/2009
lançamento da REVISTA POROROCA nº02
11/02/2009
21/01/2009
09/01/2009
FELIZ 2009 !!!
Olá meus caros amigos envio um vídeo artifício
celebrando o ano que inicia.
Aproveito também essa novo período para mudar
o nome deste blog que vos fala, a partir de hoje
se chama TIAGO JUDAS, meu xará.
saudações a todos
e firmeza nessa vida
Tiago Judas
10/12/2008
Oficina de Criação de Personagens
05/11/2008
14/10/2008
lançamento da REVISTA POROROCA nº01
30/09/2008
como fazer um EXECUTIVO AZUL S.A.
29/08/2008
07/08/2008
catálogo do 14º salão da Bahia ( 2007 )

foto retirada do catálogo do 14º Salão da Bahia
o catálogo chegou aqui em casa ontem
eis a entrevista que a Teté Martinho fez comigo lá em Salvador...
Você começou a criar histórias em quadrinhos muito cedo, e conta que parou de desenhá-las ao se aproximar do universo das artes visuais. Como você compara esses dois mundos?
As histórias em quadrinhos são meu exercício de liberdade; ali vou para tudo quanto é lado. Gosto muito de Moebius porque ele não faz um roteiro e depois desenha as histórias. Ele faz um quadrinho e aquele quadrinho vai definir o próximo e assim por diante, até contar a história inteira. Eu faço histórias desse jeito. É uma grande aventura. No primeiro desenho sai um sujeito segurando uma lata, aí no segundo você vai descobrir o que era aquela lata, e assim você permite que a história se conte ela mesma. O trabalho de artes plásticas é como se fosse uma página de uma história em quadrinhos. É você dar uma importância para aquela página, trabalhar aquele ponto, colocá-lo em evidência, jogar luz em cima, pôr no tridimensional. E aí você começa a usar os objetos do cotidiano, os elementos; para mim, a questão plástica é a matéria que nos cerca.
Como os quadrinhos e o trabalho conceitual se reecontram na sua produção recente?
Comecei a achar legal a história em quadrinhos não ser tão direta, tão narrativa, tão começo, meio e fim. E as artes plásticas não precisavam ser só conceito, mas algo com diversas camadas de leitura, que também pode criar uma narrativa, em relação com a história da arte. Colocar a narrativa das histórias em quadrinhos nas artes plásticas e colocar nos quadrinhos a possibilidade de uma leitura mais aberta. Dá gosto criar para um público mais amplo um trabalho mais conceitual, também. É um intercâmbio e no meio desse intercâmbio nasce o trabalho.
Em seu 3-D Delivery (2006), uma sequência de vídeos simula uma sequência de quadrinhos. Em Matiz Vertical, de novo é como se esses dois mundos se olhassem, não apenas no aspecto sequencial, na trilha que comenta a narrativa e na coexistência da ação e do exercício formal, mas também na figura de um protagonista meio herói, meio cômico. Qual é o seu papel nos seus trabalhos?
Isso vem do tipo de quadrinhos que eu gosto, e que é muito autobiográfico. No trabalho, estou lá sentado tendo sensações e estou trabalhando com estas sensações. Tem gente que já leu o trabalho como uma crítica direta ao concretismo, mas o concretismo é um fetiche meu, porque acho gostoso aquele equilibrio. Eu entro dentro de um trabalho concretista para explorá-lo, lanço um olhar de aventureiro sobre um trabalho conceitual. É assim que me sinto vendo as artes plásticas também. Estudo as artes plásticas como um aventureiro; me permito tomar sustos, ficar empolgado. Tento manter a mente limpa. Eu chego explorador, apalpando.
Quais são as grandes questões que aproximam suas pinturas, desenhos, instalações e performances?
Meu trabalho plástico, de uma forma geral, tem uma coisa sequencial: eu crio uma questão, faço um trabalho, ele tem várias outras questões, vem o segundo para dialogar com este primeiro, e acho que assim inevitavelmente. Estes trabalhos verdes e vermelhos vêm de uma pesquisa que foi dar na cor complementar. Comecei com corpo parado, morto, só o corpo, oco, só a caixa, ângulos retos, muito frio. Aí isso me incomodou profundamente e pensei “O que é alma desse corpo?” Cheguei na cor como resposta. E por que a cor? Porque a cor é o movimento, ela vibra. E daí? O que ela precisa então? Precisa de seu complementar. Uma alma precisa de outra alma. Então cheguei na cor complementar de Painel de Comando (2007) e em Matiz Vertical. Uma coisa que me inquieta nos trabalhos, também, é a velha questão da mobilidade. Fazer um trabalho bidimensional, matéria, que não fique aquela coisa inerte, parada. Tem a busca do movimento sempre. Fiz uma série de tênis All Star verdes e vermelhos que andavam, ligados a carrinhos bate-bate. Era uma performance: eu chegava descalço, com várias caixas de sapato, ligava eles e, ao invés de pôr no pé, colocava no chão. Eles iam embora, e depois ficava cheio de tênis andando pela exposição.
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